Pavilhão da Suprema Harmonia (T'ai-he-tien), Beijim

Tanto a arquitetura chinesa quanto a japonesa tiveram e continuam tendo um caráter eminentemente funcional, não apenas no que se refere à habitabilidade, mas também ao conceito de integração ao cosmo ou harmonização com a natureza.
Para os chineses, a arquitetura deveria ser uma réplica do universo. As formas quadradas, que representam a terra, e as arredondadas, que simbolizam o céu, combinam-se de tal maneira que tanto templos quanto pagodes exibem aparência semelhante em atenção a essas normas. Os imponentes pagodes chineses seriam o reflexo dos stupas indianos e posteriormente a origem de toda arquitetura monumental chinesa e japonesa.
Pagode Hsiao-yen t'a

Pagode Liu Ho-t'a

No geral, as construções chinesas que mais receberam atenção foram os templos, localizados sobre um terraço com orientação específica, tendo em vista as estações do ano. O exemplo mais interessante é o da Cidade Proibida, construída para o imperador no início do século XV.
Vista da Cidade Proibida, Beijim

O Templo do Céu, situado na Cidade Proibida de Pequim, é um resumo das tendências da arquitetura chinesa. Une o circular, o céu, com os três níveis de tetos curvados para cima, uma proteção eficiente contra a energia negativa. Os telhados típicos de terracota, com suas pontas para cima, além de serem uma realização complexa, simbolizam na China a união entre o celestial e o terrestre.
Templo do Céu - Cidade Proibida, Pequim

Fonte: Internet.
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