sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Novamente Belo Horizonte...

1901 – O nome Cidade de Minas escolhido para a nova capital acabou não agradando, nem a políticos, nem à população.
Em 1901, o presidente do Estado, Silviano Brandão, sancionou a lei que designava o nome Belo Horizonte para a capital mineira.

Em resumo Belo Horizonte teve as seguintes denominações:

- 1711 a 1890 - Arraial do Curral d’El Rei

- 1890 a 1897 - Belo Horizonte

- 1897 a 1901 - Cidade de Minas

- de 1901 em diante - Belo Horizonte

A capital não parou mais de crescer.
Em 1902, inaugurou-se o serviço de bonde; em 1908, já era o segundo produtor têxtil de Minas Gerais com quatro fábricas e 407 operários.
O censo de 1912 registrou 40.365 habitantes, dos quais 11% eram estrangeiros, em sua maioria italiana.
Em 1935, a especulação imobiliária já começa a preocupar a administração municipal, que elabora um decreto para tentar controlá-la.
A administração Juscelino Kubitschek, na década 40, trouxe profundas transformações. Pavimentações, urbanização de novos bairros, criação do museu histórico e a obra máxima – o conjunto arquitetônico da Pampulha, composto pela Igreja de São Francisco de Assis, o Iate Tênis Clube, a Casa do Baile e o Cassino, hoje, Museu de Arte da Pampulha, sem dúvida, o grande atrativo turístico de Belo Horizonte.
A década de 50 se inicia com a capital abrigando 352.000 habitantes.
A cidade ganhou o serviço de ônibus elétricos e sua vida cultural se desenvolve com o surgimento de novas revistas e jornais, formação de corais, salões de arte.
Nos anos 60, Belo Horizonte mostra que deixara definitivamente de ser uma cidade administrativa para se tornar uma cidade industrial e um grande centro comercial. Essa foi base que consolidou Belo Horizonte como a 3ª metrópole do país.

Fonte: Internet.

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