segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Arquitetura da Antiguidade – Divisões...

Arquitetura egípcia
Egito (4.000 a.C.-30 a.C.)
Os egípcios demonstram nas suas manifestações artísticas uma profunda religiosidade, dando um caráter monumental aos templos e às construções mortuárias, notabilizando-se, entre elas, as pirâmides, construídas de pedra, quando todas as comunidades ao longo do rio Nilo são unificadas em um único Império (cerca de 3.200 anos a.C.).
A primeira pirâmide, "pirâmide de degraus" é construída pelo arquiteto Imhotep, como tumba de Djoser, fundador da III dinastia, em Saqqarah.
A chamada pirâmide de degraus não passa, na realidade, de uma construção constituída de túmulos primitivos (mastabas), cujas formas se assemelhavam a um tronco de pirâmide, que continuaram a ser construídas para tumbas de nobres e outros grandes funcionários do Estado.
As pirâmides mais conhecidas são Quéops, Quéfren e Miquerinos, da IV dinastia, já com a forma geométrica que conhecemos, apontadas pelo poeta grego Antípater, no século II a.C., como uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Arquitetura assíria

Arquitetura babilônia
Mesopotâmia (4.000 a.C.-300 a.C.)
Entre os vales dos rios Tigre e Eufrates, localizam-se, ao longo de mais de 4.000 anos, culturas urbanas de vários povos que desenvolvem um intenso comércio e sistemas de escrita que originam, após evolução de milênios, os atuais alfabetos grego e latino.
Aproximadamente a partir de 2.000 a.C., fixam-se os povos chamados semitas, dos quais os mais importantes são os que fundaram a cidade da Babilônia e os fenícios, no litoral mediterrâneo.
A construção mais característica babilônia é o zigurate, que é um templo construído no topo de uma torre de tijolos com acesso por meio de uma rampa contínua, com a aparência de pisos cada vez menores (Torre de Babel, da tradição bíblica).

Arquitetura etrusca
Para os templos utilizava-se a pedra, enquanto para as moradias utilizava-se o adobe, com estrutura de madeira e revestimento de barro cozido.
Os etruscos conheciam o arco de meio ponto, a abóbada de canhão, e a cúpula, elementos que utilizaram –entre outras coisas– para a construção de pontes. Também construíram canais para drenar as zonas baixas, levantaram muralhas defensivas de pedra, mas, sobretudo, destacou a arquitetura funerária, em forma de impressionantes hipogeus. Os templos estavam inspirados no modelo grego, embora apresentassem notáveis diferenças: costumavam ser menores, de planta quadrangular, fechados, sem peristilo, somente com uma fileira de colunas da ordem chamada "toscano" a jeito dos pronaos gregos, e o altar estava sobre um fojo, chamado pelos latinos mundus -limpador, purificador- (a palavra talvez seja de origem etrusca), é dizer, um orifício que, simbolicamente, serviria para jogar os restos dos sacrifícios.

Arquitetura minóica

Arquitetura micênica

Arquitetura persa
A arquitetura persa recebeu influência assíria, babilônica, egípcia e grega.
Toda a vasta produção artística (arquitetura, baixo-relevo, alto-relevo) é fruto da fusão das concepções artísticas dos povos com os quais entraram em contato.
A arquitetura foi a arte mais desenvolvida, onde se destacam as construções do "Palácio de Ciro" e o "Palácio de Dario", em Persépolis.

Arquitetura suméria

Fonte: Wikipédia.

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