terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Arte Indiana...


Pintura


Em duas localidades se conservam restos de pinturas indianas anteriores ao ano 100 de nossa era. Os fantásticos murais das cavernas de Ajanta cobrem o período conpreendido entre os anos 50 e 642. Destacam-se também as pinturas da cova de Jogimara, em Orissa, que pertencem a dois períodos: ao século I a.C. e à época medieval, as primeiras de desenho mais vigoroso e de melhor qualidade do que as segundas.
No período gupta, alcançou-se a fase clássica da arte indiana, às vezes serena e espiritual, outras vezes enérgica e voluptuosa.
Em Patan, Gujarat, conserva-se um Kalpa Sutra (manual de liturgia religiosa) do ano 1237, ilustrado em folha de palma.
A pintura de Rajput floresceu em Rajputana, Bundelkhand (atualmente parte de Madhya Pradesh), e no Punjab Himalaya, entre os séculos XVI e XIX. Baseava-se na iluminura de manuscritos com motivos decorativos planos e é uma pintura popular refinada e lírica, que ilustra as epopéias hindus tradicionais, sobretudo a vida do deus Krishna.
A pintura mongol, derivada da sofisticada tradição persa, era uma arte cortesã patrocinada pelos imperadores.

Joalheria, cerâmica e Têxteis

Entre as artes decorativas indianas, a joalheria é a mais bela e a que mais interesse desperta universalmente. Seus artífices dominavam as técnicas da filigrana e do granulado.
As características especiais que distinguem a melhor cerâmica indiana são a estrita subordinação da cor e da ornamentação à forma — e a repetição de motivos naturais na decoração. No ramo do artesanato em metal, destacam-se os apetrechos e as armas dos militares de alta patente.
Caxemira é notável por seus chales de lã de rico colorido; Surat, em Gujarat, é famosa por suas sedas estampadas; e Ahamadabad e Varanasi, junto com Murshidabad, em Bengala ocidental, produzem suntuosos brocados.

Fonte: Internet.

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