terça-feira, 16 de março de 2010

Reciclagem no Brasil por material...

Plásticos

21,24% dos plásticos rígidos e filme são reciclados em média no Brasil em 2008, o que equivale a cerca de 556 mil toneladas por ano.
Não há dados específicos para o plástico filme.
A taxa de reciclagem de plástico na Europa é de 18,3%, sendo que em alguns países a prática é impositiva e regulada por legislações complexas e custosas para a população local, diferentemente do Brasil, onde a reciclagem acontece de forma espontânea.
É possível economizar até 50% de energia com plástico reciclado.


Limitações: A contaminação do material com a matéria orgânica, areia ou óleo e a mistura de polímeros que não são quimicamente compatíveis prejudicam o processo de reciclagem.
Sendo assim, os vários tipos de polímeros precisam ser identificados e separados, através dos símbolos padronizados que identificam cada material.

PET – Poli (Tereftalato de Etileno)

O índice de reciclagem brasileiro do PET é de 54,8 %, o maior do mundo entre os países onde não há coleta seletiva.
Em 2008, o volume reciclado foi de 253 mil toneladas de embalagens de PET .
A capacidade instalada é de 462 mil toneladas.
Entre os estados brasileiros, São Paulo detém a maior participação na reciclagem, seguido de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O PET reciclado é utilizado principalmente para a produção de fibras de poliéster (40%), extrusão de chapas ( 16% ) e filmes para termoformagem (15%).
Vários outros setores, entretanto, utilizam as embalagens de PET recicladas como matéria-prima: resinas para tintas, vernizes, adesivos e resina poliéster , tubos e vários outros. 


No Brasil, 54,3% das embalagens pós-consumo foram efetivamente recicladas em 2008, totalizando 253 mil toneladas , num crescimento de 8,7% sobre o ano anterior .
As garrafas são recuperadas principalmente através de catadores, além de fábricas e da coleta seletiva operada por municípios.
Os programas oficiais de coleta seletiva, que existem em mais de 200 cidades do País, recuperam por volta de 1000 toneladas por ano.
Além de garrafas descartáveis, existem no mercado nacional 70 milhões de garrafas de refrigerantes retornáveis, produzidas com este material.
No Brasil a taxa de reciclagem de resinas de PET apresenta crescimento anual acima de 20% desde 1997, com picos de 35% (entre 2002/2003).


Em 2008 o Japão reciclou 69,2%, Europa 46%, Argentina 34%, Estados Unidos 27% e México 12,6%.


Cinquenta e oito indústrias processam o PET pós-consumo, produzindo bens como embalagens para não-alimentícios, fibra de poliéster para indústria têxtil, mantas para obras de geotecnia, vassouras e escovas, cordas, produtos de uso doméstico, tubos para esgotamento predial, telhas, filmes, chapas, etc.
Limitações: O consumidor ainda não está totalmente informado sobre a possibilidade de reciclagem e o conseqüente valor econômico da garrafa PET pós-consumo.
Com isso, as embalagens acabam descartadas no lixo comum.
Por outro lado, a falta de sistemas eficientes de coleta seletiva impedem a recuperação das garrafas, que acabam perdidas em aterros sanitários e lixões.

Fonte: Internet.

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