sexta-feira, 30 de abril de 2010

O amor em movimento...

Se você negar suas limitações, jamais se verá livre delas.
Enfrente seu caminho com coragem e não se deixe paralisar por suas próprias críticas.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

seleção de produtos que deixam sua casa charmosa e mostram sua preocupação com as questões ambientais...


















Ripa de bambu (vencedor planeta casa 2007) Criada pelo designer Zanini de Zanine, filho do arquiteto baiano José Zanine Caldas, a mesa lateral Ripa mede 50 x 50 x 50 cm. A peça leva ripas de bambu mossô, material renovável e abundante na natureza, cultivado de forma natural e sem o uso de agrotóxicos. Preço: R$ 890,00 Onde encontrar: Daqui do Brasil . Tel. (21) 2529-8594, Rio de Janeiro, RJ.



















Pneu reaproveitado Vem de Belo Horizonte, MG, a idéia de reaproveitar pneus usados para dar forma à peça, que leva acabamento artesanal de fibra de taboa. A sustentação do assento fica por conta de tiras trançadas de pneus, recolhidos em borracharias locais. O trabalho das artesãs e irmãs Lúcia Rosalina de Paula e Luciana Rosalina Barbosa, da CWT Design, evita o acúmulo de pneus em aterros sanitários, dando vida nova ao material. Com 45 cm de altura e 55 cm de diâmetro, o pufe pesa 13 kg. Preço: R$ 450,00 Onde encontrar: CWT Design . Tel. (31) 3285-3077.



















Peças exclusivas Com desenho elegante, a poltrona Saquarema do designer Carlos Motta utiliza peroba de demolição e cera de carnaúba. A peça é produzida artesanalmente com técnicas de marcenaria tradicional e o cliente pode levar o tecido que quiser para a confecção do estofado. Também produzida na versão com madeira sucupira. Preço: R$ 6.990 sem o estofado. Contato: Atelier Carlos Motta – tel (11) 3032-4127, São Paulo, SP.






















Do lixo ao luxo (vencedor do planeta casa 2006) As cascas de coco geradas pela indústria alimentícia são a matéria-prima da empresa alagoana Ekobe. Depois de processado mecanicamente, o material vira pastilhas, que são montadas em placas, lixadas, testadas e embaladas. Prontas, elas cobrem paredes e até pisos e também enfeitam bancadas de lavatórios, molduras e lareiras. Disponível em 13 tipos de diversas cores, em placas de 42 x 42 cm ou 42 x 84 cm, já impermeabilizadas. Preço: em média, R$ 300 o m² Contato: Ekobe – tel. (82) 3355-1128, Maceió, AL.






















Novos materiais (vencedor do planeta casa 2006) Os cestos da linha Organic de produtos da Coza levam 30% menos de polipropileno graças ao investimento em pesquisa de material. Resultado desse trabalho, o Arbofill é obtido da mistura do plástico com lignina (resíduo da indústria de papel), fibras de sisal, linho e cânhamo. A aparência lembra a madeira, mas o produto é totalmente impermeável. A coleção conta ainda com um revisteiro e um conjunto de cozinha com prato, sousplat, centro de mesa e mesa auxiliar, além de utensílios para o banheiro. Preço: R$ 16,40 (vaso), R$ 12,40 (cachepô), R$ 6 (cremeira) e R$ 9 (prato quadrado). Contato: Coza – tel. (51) 2101-5600, Porto Alegre, RS.

Fonte: Internet.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O amor em movimento...

O saber se aprende com os mestres.
A sabedoria, só com o corriqueiro da vida.

Cora Coralina

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A arquitetura da felicidade - Alain de Botton












Neste livro, o filósofo Alain de Botton relaciona a arquitetura com as emoções do homem.

Autor responsável pela popularização da filosofia desde os anos 90, o suíço radicado na Inglaterra Alain de Botton - apresentador dos dois DVDs de filosofia de VIDA SIMPLES - escreve claro sobre temas que, durante séculos, estiveram reservados às esferas rarefeitas da academia.
É o caso deste "A Arquitetura da Felicidade", no qual investiga o relacionamento entre os homens e as formas de morar.
Com clareza de professor e caloroso como um amigo, De Botton procura mostrar que a arquitetura tem um profundo poder sobre nossas emoções.
E não se trata apenas daquela sensação de enlevo estético que experimentamos quando observamos uma construção que nos agrada.
Como mostra o autor, as formas externas dos prédios e suas dimensões internas podem, como as pessoas, afastar ou aproximar.
Com alma de poeta, Alain de Botton nos mostra que a pedra pode, sim, guardar alguma emoção.

Fonte: Revista Vida Simples - 08/2007

Leia trecho de A Arquitetura da Felicidade, de Alain de Botton

Capítulo 1

Uma casa geminada numa rua arborizada. Hoje cedo, a casa ressoava com gritos de crianças e vozes de adultos, mas desde que o último ocupante partiu (com a sua mochila) há poucas horas, ela ficou sozinha para curtir a manhã. O sol surgiu por cima da empena dos prédios em frente e agora entra pelas janelas do andar térreo, pintando as paredes internas de um amarelo amanteigado e aquecendo a fachada de ásperos tijolos vermelhos. Dentro das faixas formadas pela luz do sol, partículas de pó movem-se como obedecendo ao ritmo de uma valsa silenciosa. Do vestíbulo, o murmúrio baixo do tráfego alguns quarteirões adiante pode ser percebido. Ocasionalmente a caixa de correio se abre para receber um folheto melancólico.

A casa dá sinais de gostar do vazio. Ela se reorganiza depois da noite, limpando os seus pulmões e estalando as juntas. Esta criatura digna e amadurecida, com suas veias de cobre e pés de madeira aninhados numa camada de argila, suportou muita coisa: bolas lançadas contra as laterais do seu jardim, portas batidas com raiva, tentativas de plantar bananeira ao longo dos seus corredores, o peso e os ruídos de equipamentos elétricos e encanadores inexperientes sondando as suas vísceras. Uma família de quatro pessoas, acompanhada de uma colônia de formigas ao redor das fundações e, na primavera, ninhadas de tordos nas chaminés. Ela também empresta um ombro a uma frágil (ou apenas indolente) ervilha-de-cheiro que se encosta no muro do jardim, regalando-se com a corte peripatética de um círculo de abelhas.

A casa se transformou numa testemunha bem informada. Foi cúmplice das primeiras seduções, vigiou os deveres de casa sendo feitos, observou bebês envoltos em cueiros recém-chegados do hospital, foi surpreendida no meio da noite por conversas sussurradas na cozinha. Experimentou noites de inverno, quando as suas janelas ficavam frias como sacos de ervilhas congeladas, e crepúsculos no auge do verão, quando as suas paredes de tijolos tinham o calor de um pão recém-saído do forno.

Ela proporcionou não apenas refúgio físico mas também psicológico. Tem sido uma guardiã da identidade. Ao longo dos anos, seus donos retornaram depois de períodos de ausência e, olhando ao redor, lembraram quem eles eram. As lajotas do pavimento térreo falam de serenidade e graça amadurecida, enquanto a regularidade dos armários da cozinha é um modelo de ordem e disciplina que não intimida. A mesa de jantar, com a toalha de oleado estampada com grandes botões-de-ouro, sugere uma explosão de alegria aliviada por uma carrancuda parede de concreto próxima. Junto da escada, pequenas naturezas-mortas com ovos e limões chamam a atenção para a complexidade e beleza das coisas cotidianas. Na prateleira sob a janela, um jarro de vidro com centáureas ajuda a resistir à atração da melancolia. No andar superior, uma sala vazia e estreita é espaço para tramar pensamentos revigorantes, sua clarabóia abre para nuvens impacientes que migram rápido sobre gruas e canos de chaminés.

Embora esta casa não tenha soluções para uma grande parte dos males que afligem seus ocupantes, seus aposentos são evidência de uma felicidade à qual a arquitetura deu a sua característica contribuição.

Capítulo 2

No entanto, a preocupação com a arquitetura nunca esteve livre de um certo grau de desconfiança. Dúvidas surgiram a respeito da seriedade do assunto, o seu valor moral e o seu custo. Um instigante número de pessoas entre as mais inteligentes do mundo desdenharam de qualquer interesse pela decoração e o design, equacionando o contentamento, pelo contrário, com questões imateriais e invisíveis.

Dizem que Epiteto, o filósofo estóico da Grécia Antiga, indagou a um amigo que estava muito triste porque a sua casa havia sido totalmente destruída num incêndio: "Se você compreende o que governa o universo, como pode se queixar por pedacinhos de pedra e rocha bonita?" (Não se sabe quanto tempo mais durou esta amizade). Diz a lenda que, depois de escutar a voz de Deus, a eremita cristã Alexandra vendeu a sua casa, fechou-se numa tumba e nunca mais olhou para o mundo lá fora, enquanto outro eremita, Paulo de Sceta, dormia sobre um cobertor no chão de uma choupana de barro sem janela e recitava 300 orações por dia, sofrendo apenas quando soube de um homem santo que conseguia recitar 700 e dormia num ataúde.

Essa austeridade tem sido uma constante histórica. Na primavera de 1137, o monge cisterciense chamado São Bernardo de Claraval fez a volta completa do lago Genebra sem sequer notar a sua presença ali. Da mesma forma, depois de quatro anos no seu mosteiro, São Bernardo não foi capaz de dizer se a área de jantar tinha um teto abobadado (e tem) ou quantas janelas havia no santuário da sua igreja (três). Numa visita ao Convento dos Cartuxos de Dauphiné, São Bernardo deixou os seus anfitriões atônitos ao chegar num magnífico cavalo branco diametralmente oposto aos valores ascetas que professava. Mas ele explicou que tinha pedido emprestado o animal a um tio rico e não notara a sua aparência nos quatro dias de viagem pela França.

Capítulo 3

Não obstante, essa determinação em menosprezar a experiência visual sempre veio acompanhada de tentativas igualmente persistentes de dar uma forma elegante ao mundo material. Muita gente entortou as costas entalhando flores nas vigas de seus telhados e cansou a vista bordando animais nas suas toalhas de mesa. Essas pessoas renunciaram ao descanso no fim de semana para esconderem feios cabos de eletricidade por trás das prateleiras. Pensaram cuidadosamente em como seria a melhor superfície para se trabalhar na cozinha. Imaginaram morar nas casas caríssimas que aparecem nas revistas e ficaram tristes, como quando se cruza com uma pessoa desconhecida e sedutora numa rua cheia de gente.

Parecemos divididos entre a necessidade de atropelar nossos sentidos e nos adaptar anestesiados aos nossos ambientes e o impulso contraditório de reconhecer o quanto as nossas identidades estão indelevelmente associadas ao lugar onde vivemos, e junto com ele se transformarão. Um quarto feio pode coagular vagas desconfianças quanto ao que está faltando na vida, enquanto outro ensolarado, revestido com pedras calcárias cor de mel, é capaz de dar sustentação às nossas maiores esperanças.

A premissa para se acreditar na importância da arquitetura é a noção de que somos, queiramos ou não, pessoas diferentes em lugares diferentes – e a convicção de que cabe à arquitetura deixar bem claro para nós quem poderíamos idealmente ser.

Capítulo 4

Às vezes ficamos ansiosos para exaltar a influência daquilo que nos cerca. Na sala de estar de uma casa na República Tcheca, vemos um exemplo de como paredes, cadeiras e pisos combinam-se para criar uma atmosfera em que as melhores facetas de nós mesmos têm chance de florescer. Aceitamos com grande gratidão o poder que um simples quarto possa ter.

Mas sensibilidade à arquitetura tem também seus aspectos mais problemáticos. Se um único aposento é capaz de alterar o que sentimos, se a nossa felicidade pode depender da cor das paredes ou do formato de uma porta, o que acontecerá conosco na maioria dos lugares que somos forçados a olhar e habitar? O que vamos sentir numa casa com janelas que parecem as de uma prisão, carpete manchado e cortinas de plástico?

É para impedir a possibilidade de angústia permanente que podemos ser levados a fechar nossos olhos para quase tudo que nos cerca pois nunca estamos longe de manchas de umidade e tetos rachados, cidades despedaçadas e estaleiros enferrujados. Não podemos permanecer indefinidamente sensíveis aos ambientes que não temos como melhorar – e acabar tão conscientes quanto temos condições de ser. Repetindo a atitude dos filósofos estóicos ou de São Bernardo ao redor do lago Genebra, talvez nos vejamos argumentando que, em última instância, não importa muito a aparência dos prédios, o que está no teto ou como a parede é tratada – confissões de desapego que se originam não tanto de uma instabilidade ao que é belo quanto ao desejo de afastar a tristeza que teríamos de enfrentar ficando expostos às muitas ausências de beleza.

Fonte: Internet.

domingo, 25 de abril de 2010

O amor em movimento...

“Se Allan Kardec tivesse escrito que ‘fora do Espiritismo não há salvação’, eu teria ido por outro caminho.
Graças a Deus ele escreveu ‘Fora da Caridade’, ou seja, fora do Amor não há salvação.”

Chico Xavier

sábado, 24 de abril de 2010

Design Sustentável...







Idéias desenvolvidas pela University of Belgrade’s Furniture and Interior Design, que traz produtos feitos de madeira reutilizada.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O amor em movimento...

Fuja da crítica.
A crítica destrutiva oprime mais quem critica do que o criticado.
Reflita bem.
Procure colocar-se no lugar do outro e nas mesmas condições.
Talvez você agisse da mesma forma ou até pior.
Entenda.
Busque elogiar sempre.
O elogio modifica para melhor, engrandece, satisfaz.
Quando não puder elogiar, faça silêncio.

Partes de mensagens do livro "Sementes de Felicidade" - Lourival Lopes

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Objetos Essenciais do Design Mundial...

Multichair - Joe Colombo
Espuma de poliuretano, tecido elástico e outros, 1970























Cadera Dar - Charles e Ray Eames
Poliéster, fibra de vidro, metal e borracha, 1948














Sofá Marilyn - Studio 65
Material: Espuma de Poliuretano e tecido elástico, 1970














Chaleira Alessi 9093 - Michael Graves
Aço inoxidável e poliamida, 1985























Poltrona nº 670 e Otomana nº 671 - Charles e Ray Eames
Madeira, alumínio, borracha e couro
















Fonte: Revista Bravo

quarta-feira, 21 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

REFORMA DO CRISTO REDENTOR...



















Visto de longe, é humanamente impossível ver o desgaste das pastilhas que cobrem o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, inaugurado em 1931.
Contudo, chegando mais perto, é possível ver os estragos causados pela ação do tempo.
O Cristo, eleito em 2007 mais uma das sete maravilhas do mundo, entra em reforma.
Vai ficar dois meses parcialmente encoberto.
O repórter fotográfico Wilton Junior visitou as obras e traz imagens de detalhes do monumento bem pouco conhecidos.




Cristo vai ficar escondido nos próximos 2 meses

Estátua está sendo restaurada e ficará totalmente coberta por andaimes e por uma tela protetora; turistas estão decepcionados.
Pelos próximos dois meses, será impossível ver a estátua do Cristo Redentor, no alto dos 709 metros do Morro do Corcovado. Envolto por uma estrutura metálica há mais de três semanas, um dos monumentos mais famosos do mundo começou a ser coberto por uma tela protetora para o trabalho de restauração de sua superfície, desgastada por chuva, vento e raios.
A manta, que ostenta a imagem da estátua em tamanho real, só será retirada em junho.
Por baixo dos panos, operários fazem um levantamento de cada metro quadrado da superfície do monumento, coletam amostras e mapeiam as falhas provocada por fenômenos atmosféricos em seus 78 anos de existência.
Com martelos de borracha, dois homens sobem e descem as escadas armadas em torno da estátua para procurar pontos ocos, que correm risco de se soltar.
Sobre o braço direito da estátua, eles trabalham na recuperação das pontas dos dedos, que se projetam sobre um penhasco. "O mais complicado é vencer a altura e o vento", diz o arquiteto Diogo Caprio.

Medicina

Aos pés do monumento, a empresa responsável pela obra testa substâncias que serão usadas na limpeza de manchas da superfície. Um trabalho minucioso de restauração dos cerca de 1,5 milhão de pastilhas de pedra-sabão que revestem a estátua, com um cuidado inspirado na medicina.
"Costumamos dizer que somos médicos das obras de arte e usamos termos da medicina e da odontologia para identificar esse processo de recuperação dos monumentos", diz a arquiteta Márcia Braga.
Ela já participou de outros dois processos de restauração do Cristo e garante que conhece cada canto da estátua e todas as "patologias" que provocaram falhas em sua superfície.
O tempo deixou marcas principalmente nos braços e no rosto do Cristo Redentor.
Faltam pedaços nas pontas dos dedos das mãos, na cabeça e nos supercílios, rachados por raios que atingem principalmente as extremidades da estátua.
"Por causa das intempéries, as pastilhas que cobrem o monumento estão sendo arrancadas.
Havia a necessidade de fazer um restauro amplo e uma obra de impermeabilização do Redentor", avalia o arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta.

Frustração

Parte dos turistas, no entanto, não fica muito satisfeita ao descobrir que o maior cartão-postal do Rio está coberto por andaimes e, agora, por uma tela.
Os guias contam que muitos estrangeiros só ficam sabendo das obras ao chegar à cidade e não têm mais tempo de mudar o itinerário.
A alemã Sabine Walter, que visita o Brasil pela primeira vez, lamentou ter perdido a oportunidade de admirar a estátua.
"Fiquei um pouco decepcionada quando soube, mas decidi vir para, pelo menos, aproveitar a vista da cidade."

Fonte: Internet.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Projeto Redução de Amarantina - Um dos principais pontos turísticos de Ouro Preto...

O Museu das Reduções é um museu brasileiro que está localizado a cerca de 25 km do centro histórico de Ouro Preto, em Minas Gerais, no distrito de Amarantina.
Exibe réplicas de importantes construções históricas brasileiras em tamanho reduzido.
A precisão dos detalhes impressiona por não existir em lugar algum no mundo museu semelhante.


Richard Lima, o artesão e o proprietário Carlos Vilhena.

















Abaixo, algumas fotos que eu tirei no Museu:



Quatro séculos da arquitetura e da arte usadas na construção dos mais belos e importantes monumentos do Brasil estão no Projeto Redução de Amarantina.
Este fantástico mundo foi, pacientemente ao longo dos anos, povoado pela criatividade e pela persistência de quatro irmãos aposentados.
Instalado às margens da Rodovia dos Inconfidentes, no município de Ouro Preto (Patrimônio Mundial da Humanidade), o projeto é um dos principais pontos turísticos da região, dividindo visitantes com as magníficas obras de Aleijadinho e outros nomes célebres do período colonial e do barroco mineiro.
Em Amarantina, estão réplicas perfeitas dos edifícios de cada período da história do País, desde os rebuscados e complexos prédios do período barroco até os modernos e futuristas projetos da capital federal.
Além de usar os mesmos materiais e o estilo dos originais, as reduções se diferenciam das maquetes pelo detalhamento na construção, com destaque nas minúcias que enriquecem as fachadas e dão um toque todo especial ao acabamento.
Frente a frente com os modelos, que obedecem a uma escala, a pessoa é imediatamente remetida à época de cada construção, como em uma máquina do tempo.
O valor cultural destas obras não define apenas o perfil de um povo ou reza pela preservação da memória e da vocação natural desta gente para o artesanato.
Representa a luta pela sobrevivência de todas as tradições desta arte de rara expressão, onde só a dedicação e o talento dos artesãos não foram diminuídos.

A exposição do Projeto Redução está aberta a visitação pública de quarta-feira a segunda-feira, das 9 às 17 horas, na rua São Gonçalo, 131 - Amarantina - Minas Gerais

Conheça a Exposição

Vocês conheceram a obra dos Irmãos Vilhena que tem, até o momento, a duração de mais de 20 anos de trabalho aproximadamente, que foi iniciada após a aposentadoria de todos os quatro, que têm plano de fazer outro tanto de réplicas.
O artesão mor é Ênnio que criou:

- A técnica da construção;
- O modo de encaixar as janelas no reboco das paredes, dando impressão de que foram fixadas no momento da construção;
- As ferramentas para fazer arremates, formas para telhas coloniais, de escamas, de amianto e também suas massas;
- A maquinazinha para fazer o zinco da Usina;
- Os engradamentos dos telhados em madeira, iguais aos originais;
- Os maravilhosos telhados, colando telha por telha, que em Olinda chegaram a ser em número de 6.000;
- Todas as belíssimas grades fazendo peça por peça, soldadas com milhares de pontos de solda branca, seguindo os desenhos das originais;
- As iluminações do engenho de açúcar e dos postes da Usina Hidrelétrica;
- A máquina de moer cana do Engenho, e etc.

Ao Décio coube fazer desenhos dos monumentos e os trabalhos em madeira, cerca de 520 portas e janelas, caixilhos de 1 mm de espessura e algumas vezes, formando desenhos, as belas treliças de Parati e Fazenda Resgate, o Farol do Farol da Barra, as grades da Varanda do Pátio da Casa dos Contos, as portas e janelas com almofadas e etc.

À Sylvia foi entregue as esculturas em pedra sabão, as colunas, os relevos, enfim, todo o trabalho em pedra.

A Evangelina foi quem fotografou os monumentos e coordena os trabalhos da eficiente equipe de jovens que muito coopera para a realização do projeto e dirige a Escola de Artesanato e todo os seu movimento juntamente com a Daise.

Participaram também do Projeto, na parte de pintura, Paulo Versiani, Yeda Wanderley e Jorge Prata.

Da esquerda para para a direita: Ênnio, Sylvia, Evangelina e Décio














Décio Alves de Vilhena

- Nascido em Campanha - MG, em 25/02/1916;
- Filho de Antônio Cyrillo de Freitas Vilhena e Maria Antônia Alves de Vilhena;
- Curso de 2º grau em Juiz de Fora e vários cursos técnicos na Panair do Brasil;
- Trabalhou na empresa aérea Panair do Brasil até o seu encerramento em 1965, indo em seguida para a empresa aérea SABAMA, na Bélgica, onde esteve durante um ano;
- Depois trabalhou na TAP, em Portugual, como comandante, por nove anos, quando aposentou;
- Trabalhou ainda em uma firma de consultoria de engenharia, a TRANSCON, no Rio de Janeiro, como Consultor de Transportes Aéreos;
-Cargos ocupados na Panair do Brasil: chefe de instruções, piloto chefe e diretor técnico. Na Panair, bateu o tempo record da travessia Portugual - Rio de Janeiro em outubro de 1963.

Ênnio Alves de Vilhena

- Nascido em Campanha - MG, em 28/01/1918;
- Filho de Antônio Cyrillo de Freitas Vilhena e Maria Antônia Alves de Vilhena;
- Curso de Perito Contador na Academia de Comércio de Juiz de Fora;
- Funcionário do Banco de Crédito Real de Minas Gerais - CREDIREAL - na sucursal de Juiz de Fora;
- Cargos ocupados - chefe de seção e assessor administrativo.

Evangelina Alves de Vilhena

- Nascida em Campanha - MG, em 29/11/1920
- Filha de Antônio Cyrillo de Freitas Vilhena e Maria Antônia Alves de Vilhena;
- Curso de Magistério do 2º grau na Escola Normal Oficial de Juiz de Fora;
- Professora do Colégio 12 de dezembro em Belo Horizonte e funcionária do Instituto de Previdência dos Servidores do
- Estado de Minas Gerais - IPSEMG;
- Admitida em 31/12/1946 e aposentada em 05/12/1978;
- Cargos ocupados - agente administrativo e coordenador administrativo.

Fonte: www.projetoreducao.com.br

domingo, 18 de abril de 2010

Design Sustentável...

Design significa o ato de projetar, desenvolver ou criar, buscando sempre a evolução do que já existe.
Aplicando o conceito de sustentabilidade ao design, temos o Design sustentável.
Que nada mais é do que projetar respeitando as regras da sustentabilidade, a preocupação com o meio ambiente, o cuidado com a extração da matéria-prima e da energia necessária para sua fabricação.
O resultado deste ato serão produtos que devem ser acessíveis economicamente ao maior número de pessoas possível cumprindo sua função fundamental e básica que é trazer o bem-estar e a satisfação a quem os utiliza.

Seguindo estes conceitos, alguns designers criam produtos simples e bacanas reaproveitando materiais que seriam simplesmente jogados fora.
Colocando a criatividade pra funcionar, é possível obter resultados bastante interessantes:

O ucraniano Yurko Gutsulyak, criou um calendário reutilizável.
Cada dia do ano é um pequeno fosforo destacável e utilizável.















O americano David Shock decidiu dar um fim melhor àquelas que são uma especie de cercas plasticas para isolar áreas em obra e transforma-las em bolsas. Bolsas que alias seriam ótimas para levar para o supermercado e colocar suas compras dentro delas ao invés de utilizar as tradicionais sacolinhas plásticas.














A agencia criativa inglesa “The Partners” criou uma interessante embalagem para mel. Depois de consumido o mel, a embalagem se torna em um vasinho de plantas, e a sua tampa serve como pratinho para colocar abaixo dele.

















Cadeira puzzle do designer David Grass.
De papelão, 100% reciclável, ela é a própria embalagem.























O designer sul-africano Ryan Frank mora em Londres e lá cria seus produtos de design sustentável, inspirando-se em sua cultura de origem.
Um desses projetos se chama Isabella e é um banquinho inspirado nos tradicionais artigos manufaturados africanos.
Ele é feito em palha prensada, revestida de feltro colorido, com o intuito de tornar o banquinho mais confortável.
A estrutura é leve e robusta, com materiais ecológicos e podem ser empilhados como um totem.

















Fonte: Internet.

sábado, 17 de abril de 2010

O amor em movimento...

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O amor em movimento...

"O pensamento nada mais é do que um espelho, que reflete os atos de seu coração".
Atenção aos seus sentimentos que brotam em seu santuário mais intimo.
(Paul Sedir)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Nicholas Winton, o herói anônimo da Segunda Guerra...

Sir Nicholas Winton (19 de maio de 1909) é um britânico que organizou o resgate de 669 crianças judias na antiga Tchecoslováquia, salvando-as da morte certa nos campos de concentração nazistas antes do início da Segunda Guerra Mundial.

Comovente matéria exibida no programa Fantástico em 23/12/2007.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Cinema brasileiro pega a febre espírita - By: Pipoca Moderna...

“Nosso Lar” (1942), livro psicografado por Chico Xavier, que já vendeu mais de 1,5 milhão de exemplares, foi adaptado pelo cineasta Wagner de Assis (roteirista de quatro filmes da Xuxa!) e também chega em setembro aos cinemas.
O livro foi considerado polêmico nos anos 40, por ser o primeiro a abordar a mediunidade de forma aberta. Ele é a inspiração assumida da novelista Ivani Ribeiro na criação da novela “A Viagem”.
O longa mostrará os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, em outro “plano espiritual”. Com produção da Fox, teve efeitos especiais produzidos na América do Norte (pela mesma empresa que fez os efeitos de “Watchmen”), fotografia de Ueli Steiger (dos filmes “10.000 A.C.” e “O Dia depois de Amanhã”) e trilha sonora do compositor Philip Glass.












O elenco conta com Renato Prieto, Othon Bastos, Rosanne Mulholland, Fernando Alves Pinto, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Clemente Viscaíno, além das participações especiais de Paulo Goulart, Ana Rosa e Werner Schünemann. Veja o trailer aqui.
O espírito do médico André Luiz também está no livro psicografado “E a Vida Continua” (1968). Esta obra de Chico Xavier rende outra adaptação cinematográfica que chegará às telas em 2010. O filme tem direção do ator Paulo Figueiredo, que é adepto da doutrina e dirigiu o drama “O Médium” em 1983.
Há ainda o projeto “O Livro dos Espíritos”. Em 2009, a Mundo Maior Filmes, ligada aos trabalhos da Fundação Espírita André Luiz, lançou um concurso para o desenvolvimento de roteiros de curtas-metragens baseados na filosofia de Allan Kardec. O plano original prevê o lançamento da antologia em outubro.
















Além dos filmes, o espiritismo também terá destaque numa novela e num seriado da Rede Globo. A novela “Escrito nas Estrelas”, que estreia na próxima segunda (12), vai falar de um jovem morto (Jayme Matarazzo) que tenta se comunicar com o pai (Humberto Martins).
Para o segundo semestre, vem a série “A Cura”, de João Emmanuel Carneiro (autor da novela “A Favorita”). Na trama, Selton Mello vive um médium que realiza cirurgias espirituais no interior de Minas Gerais e enfrenta o questionamento da comunidade científica.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Cinema brasileiro pega a febre espírita - By: Pipoca Moderna...

















O sucesso de “Chico Xavier”, que em seu fim de semana de estreia foi visto por 590 mil pessoas e bateu o recorde de abertura do cinema nacional, aquece uma tendência até então pouco explorada por filmes brasileiros: a temática espírita. Com quatro filmes em desenvolvimento, baseados na obra de Chico Xavier, o êxito da produção de Daniel Filho revela-se sintoma de uma verdadeira febre.
O próprio “Chico Xavier” foi precedido por outra biografia bem-sucedida de um líder espírita: “Bezerra de Menezes – Diário de um Espírito” (2008), modesta produção cearense de baixo custo, que conseguiu a façanha de ficar 27 semanas em cartaz no País e está saindo em DVD nesta semana.
Com Carlos Vereza no papel-título, o filme dirigido por Joe Pimentel e Glauber Filho conta a trajetória do chamado “médico dos pobres”, que ajudou a popularizar a doutrina espírita no Brasil durante o século 19.
















Segundo o produtor Luiz Eduardo Girão, a biografia também será transformada numa minissérie de 10 capítulos para a televisão, “na qual a vida de Bezerra de Menezes será detalhada, especialmente na sua relação com o espiritismo”, ele revela. O ator Carlos Vereza voltará a interpretar Bezerra de Menezes na telinha e a direção será de Glauber Filho.
A mesma equipe de “Bezerra de Menezes” também desenvolve um projeto sobre Chico Xavier: “As Mães de Chico Xavier”. Trata-se de um longa no formato de antologia, com quatro histórias distintas, apresentadas como episódios ao longo de duas horas de projeção. Cada episódio terá um diretor diferente e os quatro contarão, por meio de cartas psicografadas pelo médium mineiro, histórias de mães que perderam seus filhos. Nelson Xavier, um dos protagonistas do filme de Daniel Filho, voltará a viver Chico Xavier na produção.
















“As Mães de Chico Xavier” começa ser filmado na quinta (15) e pretende chegar aos cinemas ainda este ano para aproveitar o centenário do médium mineiro. A data também motiva três outros lançamentos nos cinemas: dois filmes baseados em livros que Chico Xavier psicografou e uma segunda produção inspirada por suas cartas.
“As Cartas”, da diretora Cristiana Grumbach, segue a mesma linha temática de “As Mães de Chico Xavier”. A produção reúne relatos de pessoas que receberam textos psicografados pelo médium. “Durante as filmagens, descobri que a maioria dessas cartas eram de filhos para seus pais”, contou a diretora.
A diferença é que “As Cartas” será um documentário. Em fase de finalização, o filme tem lançamento previsto para setembro e retratará a história de cinco famílias que receberam cartas das mãos do médium.

domingo, 11 de abril de 2010

Nosso Lar - O filme...

Adaptação de livro mais popular do médium estreia em setembro.

Dirigido por Wagner de Assis ("A cartomante"), "Nosso lar" é rico em efeitos especiais. "O filme todo se passa em uma cidade espiritual chamada Nosso Lar, e o maior desafio foi a construção dessa cidade", explica a produtora do filme Iafa Britz. "Durante meses, nossa diretora de arte e um grupo de arquitetos se debruçaram sobre esse projeto, que é verdadeiramente arquitetônico. Depois, tudo foi recriado pelo pessoal dos efeitos especiais."

Para a fotografia e os efeitos especiais foram convocados profissionais internacionais, incluindo o diretor de fotografia Ueli Steiger (de "10.000 A.C", e "O dia depois de amanhã") e o supervisor de efeitos especiais Lev Kolobov, da empresa canadense Intelligent Creatures ("A caçada", "Babel" e "Watchmen"). No elenco, "Nosso lar" tem Renato Prieto, Othon Bastos, Ana Rosa, Werner Schunemann, Lu Grimaldi, Nicola Siri e Chica Xavier e Paulo Goulart - que também participa do longa de Daniel Filho.

Sobre a possibilidade de bater de frente com outra produção sobre Xavier nos cinemas neste ano, Britz afirma que "não tem concorrência". "Um filme é 'primo' do outro. 'Chico Xavier' sai em abril, e o nosso, em 3 de setembro. E são filmes muito diferentes. 'Chico' é baseado em uma biografia escrita por outro autor. 'Nosso lar' é uma adaptação de uma obra que foi escrita por ele, um livro que teve tiragem de 2 milhões de cópias e que, estatisticamente, foi lido por 16 milhões de pessoas", diz a produtora, envolvida no projeto desde 2005.

"Sabemos do potencial do filme e esperamos que ele atinja o público como um todo. Qualquer um pode gostar e se interessar por 'Nosso lar'. É uma história que pode ser contada não só para quem é espírita mas para qualquer um", conclui.

Saiba mais: www.nossolarofilme.com.br

Trailer oficial do filme Nosso Lar



Fonte: globo.com

sábado, 10 de abril de 2010

Estreia de Chico Xavier é recorde de público do cinema nacional - By: Pipoca Moderna













Mais de 590 mil pessoas foram assistir ao filme “Chico Xavier”, de Daniel Filho, em seu fim de semana de estreia. É a maior abertura de um filme brasileiro desde a retomada dos anos 90, batendo o recorde que pertencia a “Se Eu Fosse Você 2″, do mesmo diretor, que levou 570 mil espectadores aos cinemas quando estreou no ano passado.

Com orçamento de R$ 12 milhões, o filme retrata a trajetória do mais famoso médium brasileiro, que é interpretado na tela, em três fases distintas de sua vida, pelos atores Nelson Xavier, Ângelo Antônio e Matheus Costa. A cinebiografia teve distribuição em 377 salas por todo o Brasil, e estreou na sexta-feira, 2 de abril, data que marcou o centenário de nascimento de Chico Xavier.

Convertendo essa freqüência em reais, o filme de Daniel Filho arrecadou quase R$ 6 milhões em seus três primeiros dias – metade de seu orçamento total.

Em três dias, “Chico Xavier” também somou metade do total arrecado durante toda a carreira do filme “Lula, o Filho do Brasil” nos cinemas – outra biografia dramatizada que tinha expectativa de virar um blockbuster.

Bruno Wainer, da distribuidora Downtown Filmes, se disse surpreso com o sucesso da produção. “Ninguém trabalha esperando uma quebra de recorde. Estávamos confiantes num resultado positivo, mas algo desse tamanho foi uma surpresa”.

Segundo ele, um dos motivos do sucesso está sendo a propaganda boca a boca. O público está adorando a produção, que também recebeu elogios da crítica. “Temos vários relatos de aplausos ao final de sessões. Os depoimentos que recebemos através do site oficial do filme também são bem animadores”, o produtor informou.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O amor em movimento...

"O caminho de cada um é feito pelos próprios passos, mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco"

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Arquitetura de Petrópolis- RJ- Brasil

Petrópolis é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro.
Ocupa uma área de 774,606 km², contando com uma população de 312.766 habitantes (2008), segundo o IBGE.
O clima ameno, as construções históricas e a abundante vegetação são grandes atrativos turísticos.
Além disso, a cidade possui um movimentado comércio e serviços, além de produção agropecuária (com destaque para a fruticultura) e industrial.
Fundada por iniciativa de Dom Pedro II é constantemente chamada de Cidade Imperial.
Petrópolis é a sede do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Arquitetura

A cidade possui um conjunto arquitetônico sem igual, do qual o símbolo mais conhecido é o palácio imperial, hoje Museu Imperial.


















O palácio é a principal construção do chamado "centro histórico", onde se destaca a Avenida Koeler, ladeada por casarões e palacetes do século XIX.
A via é perpendicular à fachada da Catedral de São Pedro de Alcântara e, no outro sentido, à praça Ruy Barbosa e à fachada da Universidade Católica - constituindo-se, assim, em um dos mais belos cenários da cidade.
No chamado "centro histórico" encontram-se também construções curiosas como a casa de verão de Santos Dumont;
o palácio de Cristal; a "Encantada"; o palácio Amarelo (Câmara de Vereadores); o palácio Rio Negro, fronteiriço à sede da prefeitura (palácio Sergio Fadel); e construções curiosas, como o "castelinho" do auto-denominado "duque de Belfort", na esquina da Koeler com a praça Ruy Barbosa; ou ainda a antiga casa da família Rocha Miranda, na Avenida Ipiranga - mesmo endereço de outra residência da mesma família, em estilo sessentista.
Linhas modernas também estão presentes na casa de Lúcio Costa, no bairro de Samambaia.

Petrópolis foi palco de acontecimentos e episódios diversos da história do Brasil, como:

- A inauguração da primeira rodovia pavimentada do Brasil, a União e Indústria (1861), ligando a cidade a Juiz de Fora (MG);
- A primeira sessão de cinema (1897), com a exibição, através de "cinematógrapho", dos primeiros filmes dos irmãos Lumière;
- A assinatura do tratado que incorporou o Acre ao Brasil (1903);
- A morte de Ruy Barbosa (1923);
- O suicídio do escritor austríaco Stefan Zweig (1942).


Palácio Quitandinha, Petrópolis












Museu Casa de Santos Dumont - "A Encantada", Petrópolis












Casa Petrópolis



















Fonte: Internet.

Petrópolis- RJ- Brasil

Palácio de Cristal, Petrópolis












Catedral de São Pedro de Alcântara, Petrópolis




















Museu Imperial de Petrópolis













Casa do Barão de Mauá, Petrópolis
















Parque Cremerie, Petrópolis











Fonte: Internet.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O amor em movimento...

"As vezes não acreditamos no que vemos, mas precisamos acreditar no que sentimos."

terça-feira, 6 de abril de 2010

Gentileza urbana - Bom lugar de estar...

Choro da alegria

Ignez Perdigão costumava ir à feira da praça General Glicério, no bairro Laranjeiras, no Rio de Janeiro, para comprar hortaliças na barraca do Alê. Entre um cliente e outro, o verdureiro ensinava os meninos das redondezas a tocar cavaquinho. Um dia o movimento estava grande e ele pediu a Ignez que desse a aula à molecada (além de cliente, ela era companheira de instrumento, especializada em chorinho).
Ela gostou tanto da idéia de tocar sem compromisso que chamou mais quatro músicos e juntos formaram o Choro na Feira. Há quatro anos, aos sábados à tarde, eles se apresentam gratuitamente sob a mesma sombra, atraindo moradores e curiosos. Alguns até se arriscam a dar uma canja.

www.choronafeira.com

Surpresa fugaz

Durava dez minutos, mas, durante dois anos, toda quarta-feira, quem passasse pela rua Martim Francisco, no centro de São Paulo, era surpreendido por uma confusão vinda da janela de um dos muitos prédios. Era o Teatro na Janela, uma série de esquetes apresentados na janela do estúdio da Cia.
Artesãos do Corpo. Diante das cenas, o público tinha reações diversas, muitas delas ainda presentes na memória dos atores. Teve a senhora que exclamou: "Agora já vi de tudo nessa vida". O executivo que interrompeu a conversa no celular: "Espera um pouco, estou vendo uma coisa ali".
E teve gente que foi além, como o Paulo, entregador da mercearia em frente ao estúdio, que participou de uma das peças. O projeto acabou, mas de vez em quando volta.

www.ciaartesaosdocorpo.com.br

PARA SABER MAIS

• Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), www.iab.org.br, (21) 2533-9514
• Instituto dos Arquitetos do Brasil - Regional Minas Gerais (IAB-MG), www.iabmg.org.br, (31) 3225-6408
• Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças, rua do Mosteiro, 138, Vila Paris, Belo Horizonte, (MG)
• Cia. Artesãos do Corpo, rua Martim Francisco, 265, Santa Cecília, São Paulo, (SP). www.ciaartesaosdocorpo.com.br br> • Parque Modernista, rua Santa Cruz, 325, Vila Mariana, São Paulo, (SP) br> • Todos os dias, das 8h às 18h br> • Painel no Muro do Trapiche, entre as ruas Sá e Albuquerque e Marcílio Dias, bairro Jaraguá, Maceió, (AL)

Fonte: Internet.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Gentileza urbana - Bom lugar de estar...

Se cada um faz um pouquinho, a vida urbana fica muito mais agradável.
Conheça exemplos de atitudes simples que alegram as cidades e seja gentil com a sua também.
por Priscilla Santos.

Inspire-se

Os premiados (assim como outros exemplos de gentilezas que você vê nas páginas desta reportagem) nos mostram que ser cordial com a cidade pode ser bem simples. Em certos casos, você nem precisa sair muito da rotina para ser gentil. Às vezes basta, digamos, posicionar-se melhor, como o músico José Ladislau da Silva, o Seu Juju. Ele poderia ter ensaiado suas apresentações num conservatório. Em vez disso, resolveu tocar trompete na sacada do 12º andar de seu apartamento, em Belo Horizonte. Fez isso durante anos, nos fins de tarde, levando alegria às pessoas que passavam por ali, atitude que lhe rendeu o Prêmio IAB Gentileza Urbana em 1996. A música ao cair da tarde só cessou com o falecimento do músico.
Ficou o exemplo. Tão bom quanto o dos sinos do Mosteiro Beneditino Nossa Senhora das Graças, na mesma cidade, premiado um pouco antes, em 1994. Na época de sua construção, em 1949, o mosteiro ganhou uma torre que não suportou o peso dos cinco sinos doados ao local nos anos 60 por uma família que preferiu manter-se no anonimato. A encomenda, vinda da Alemanha, demorou cinco meses para chegar ao destino, mas logo teve que ser posta de lado: a torre balançou com o peso e os sinos foram retirados. Somente em 1980 foi conseguido apoio para reforçar a construção e, "para nossa alegria", como diz a irmã Agostinha, os sinos nunca mais pararam de tocar. Aos domingos e em dias de festas religiosas os moradores das imediações escutam as badaladas romperem a mata que cerca o mosteiro, no alto de uma colina, e invadirem as ruas do bairro Vila Paris.

Mas não é preciso botar a mão no bolso para fazer à cidade uma doação, que é o espírito da gentileza urbana. Quer tornar seu quarteirão mais agradável? Que tal aparar a grama da calçada, separar o lixo ou pintar a fachada de casa? O primeiro passo é perceber que você pode fazer algo pela cidade e ficar atento às suas possibilidades. Foi assim que nasceu o Teatro na Janela, uma série de esquetes que a Cia. Artesãos do Corpo apresentou toda quarta-feira, durante dois anos, da janela de um prédio do centro de São Paulo. Da calçada do outro lado da rua, moradores e transeuntes desavisados paravam para olhar o teatro que saía da janela. As apresentações não duravam mais do que dez minutos, mas serviam para fazer as pessoas interromperem seus trajetos apressados, alheias ao que as cercava, e recuperar o hábito de estar na cidade, contemplando o que acontece. Volta e meia, o grupo se reúne novamente, para uma "teatrada" esporádica. Nunca se sabe quando. Melhor assim, por conta do inesperado.

Maceió também contabiliza uma doação artística, que no ano passado ficou entre os dez ganhadores do Prêmio Gentileza local. No bairro Jaraguá, onde nasceu a cidade, um grupo de 36 artistas plásticos pintou painéis influenciados pela arte naïf, xilogravura e pintura afro, uma galeria a céu aberto onde antes só se via o cimento cinza dos muros dos trapiches e armazéns de mercadorias.

Aliás, surpreender é uma das maiores delícias das gentilezas urbanas. Que o diga um morador da também paulistana Vila Mariana. Num dia de 1983, Airton Camargo topou com os portões de um casarão da rua Santa Cruz abertos. Resolveu entrar e conferir o que mais havia além das árvores frutíferas que transbordavam do lote de 13 mil metros quadrados e deparou com a primeira edificação modernista do país, uma casa erguida em 1927 e esquecida no meio do mato. No mesmo dia, soube que os proprietários do terreno o haviam vendido para a construção de um prédio e decidiu agir. Juntou moradores da região e formou a Associação Pró-Parque Modernista, que lutou para que o imenso quintal virasse um parque público. E assim foi. Em 1986, o local foi tombado como bem de importância nacional. Airton o chama de parque da contemplação, "o lugar ideal para passear com o filho, ler jornal. Quem entra tem que andar em um novo ritmo, pelos caminhos de pedra". Um ambiente intimista e acolhedor, assim como só mesmo o quintal de casa.

Fonte: Internet.

domingo, 4 de abril de 2010

O amor em movimento - Domingo de Páscoa...

"Páscoa é ajudar mais gente a ser gente, é viver em constante libertação, é crer na vida que vence a morte.
Páscoa é renascimento, é recomeço, é uma nova chance pra gente melhorar as coisas que não gostamos em nós.
Para sermos mais felizes por conhecermos a nós mesmos mais um pouquinho e vermos que hoje somos melhores do que fomos ontem."

sábado, 3 de abril de 2010

Gentileza urbana

Atitudes simples capazes de trazer mais poesia ao nosso cotidiano, essa é a idéia.
Gestos que surjam inesperadamente para nos devolver o prazer de viver na metrópole, de ficar na janela a observá-la, de ouvir seu som.
A sinfonia dos carros a passar, dos passarinhos nas árvores, das crianças brincando na praça, dos sinos da igreja lá longe.
A alegria de andar pelas ruas e sentir o cheiro do tempo e dos frutos.
De ver as cores das casas e dos jardins.
Talvez fossem essas sensações que, na Grécia antiga, Aristóteles já aconselhava conservar.
Pelo menos, em seu livro Ética a Nicômaco, ele ressaltou o cuidado com o corpo, com a alimentação, com o amor e, sobretudo, com a cidade.
Como se essa fosse tão orgânica quanto nós, palpite que Aristóteles confirma ao dizer que o que nos une à pólis é um sentimento humano: a amizade.
E foi para celebrar essa amizade que surgiu, em Belo Horizonte, o Prêmio IAB Gentileza Urbana.
No início dos anos 90, a Associação Mineira de Defesa do Ambiente fazia uma lista de entidades poluidoras da cidade, e o Instituto dos Arquitetos do Brasil de Minas Gerais (IAB-MG) quis fazer o mesmo com empresas do ramo da arquitetura e construção.
Porém, o então diretor de marketing da regional, João Grillo, propôs o contrário: homenagear aqueles que faziam coisas boas pela cidade.
Assim, em 1993, surgiu a premiação que, ainda hoje, ocorre ano a ano.
A boa nova foi descobrir que o prêmio mineiro impulsionou a criação de eventos semelhantes no Rio de Janeiro, a partir de 2000, e em Maceió, ano passado.
Todos realizados pelas respectivas regionais do IAB.

Fonte: Internet.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Conheça exemplos de atitudes simples que alegram as cidades e seja gentil com a sua também...

Bom lugar de estar

Se cada um faz um pouquinho, a vida urbana fica muito mais agradável.

por Priscilla Santos.

O arquiteto holandês Aldo van Eyck costumava dizer que uma casa é uma cidade minúscula, e uma cidade é uma casa imensa. Pense nessa comparação no seu dia-a-dia. As semelhanças não demoram a saltar aos olhos: da mesma forma que você vai do escritório ao quintal, você deixa o trabalho e faz um passeio no parque. Outro exemplo: vai do restaurante ao cinema assim como da cozinha à sala de TV depois do almoço. Certo, tanto a casa quanto a cidade são lugares onde se vivem momentos cotidianos. Mas então por que você não cuida da cidade com o mesmo esmero com que trata a casa?
Não vale dizer que isso é responsabilidade da prefeitura. Tudo bem que pagamos impostos e elegemos a cada quatro anos representantes para defender os interesses coletivos, mas isso é suficiente apenas para a infra-estrutura: saneamento básico, eletricidade, limpeza das ruas, cabos para gás. Aposto que sua "cidade minúscula" vai muito além. As paredes não estão no reboco e o chão no cimento, estão? Provavelmente tudo está bem pintado, com quadros pendurados, tapetes, plantas, porta-retratos e mil outros detalhes que fazem de sua morada o doce lar.
Um ambiente bem cuidado faz bem ao espírito. E isso é tão evidente que dá até para adivinhar como é a parte da cidade de que você mais gosta. Quer ver? Pense no quarteirão da sua casa. Dê uma volta mental ao redor dele. Que trechos você acha mais agradáveis? De quais você não gosta? Deixa eu ver se acerto. Provavelmente os pedaços menos agradáveis têm muros altos, calçadas descuidadas, sem vida. Talvez também haja prédios que cubram seus jardins com paredes de concreto e casas com grades altas e avisos de "cuidado: cão perigoso" que, se dissessem "pessoas: queremos distância", daria no mesmo. A existência de lugares assim se deve, em grande parte, à falta de atenção das pessoas com o que vai do portão de casa para fora. Como se, do passeio em diante, o problema fosse do governo, das ONGs e do que mais puder amenizar a ausência de um cidadão que faça mais do que a lei o obriga.
Também não adianta varrer o lixo e jogá-lo debaixo do tapete só para falar que fez. Ser gentil com a cidade só resolve se a atitude for espontânea, para melhorar a vida coletiva. E, para um sujeito deixar a comodidade solitária de sua vida privada e fazer algo pelo todo, é preciso que se sinta parte dele: esta cidade é minha casa, faço parte dela e, por isso, tenho que cuidar deste espaço. Ao fazer isso, acaba chamando a atenção do outro: acorde, esse lugar é nosso, vamos melhorá-lo. Os círculos virtuosos precisam de um empurrão para entrar em movimento.
A parte boa é que muitas pessoas já despertaram para isso. Os trechos agradáveis do seu quarteirão provavelmente têm árvores que dão uma boa sombra e, de quando em quando, até frutos. Ou então as casas e os edifícios oferecem algo a quem passa, nem que seja a visão agradável de uma fachada bem pintada, um jardim à vista dos passantes ou uma marquise que abriga da chuva. As calçadas provavelmente são desimpedidas e cuidadas. Pois é, a cidade também está cheia de pequenas oferendas à espera de olhares atentos para detectá-las.

Fonte: Internet.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A Semana Santa em Ouro Preto...



















A cidade de Ouro Preto tem uma maneira peculiar de celebrar a Quaresma e a Semana Santa. Por características inerentes à sua formação, a cidade possui duas igrejas matrizes, a Matriz de Nossa Senhora do Pilar e o Santuário de Nossa Senhora da Conceição, que se revezam na realização da Semana Santa. Em 2010, a responsabilidade ficou a cargo da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar.
A preparação para a Semana Santa tem início na Quarta-feira de Cinzas. Nessa data, os altares recebem grossos panos de cores sóbrias cobrindo as imagens dos santos e as cruzes. As imagens só voltam a ser expostas no Sábado de Aleluia.
Também faz parte da preparação da Semana Santa o Setenário das Dores. A celebração acontece durante as sete sextas-feiras que antecedem a Sexta-feira da Paixão. A comunidade se reúne na igreja para rezar e refletir sobre as sete dores de Maria, mãe de Jesus. A imagem de Nossa Senhora das Dores aparece com sete punhais cravados no peito. A cada dia, um punhal é retirado.
Na sexta-feira anterior ao Domingo de Ramos acontece a Procissão do Depósito da imagem de Nossa Senhora das Dores. A imagem sai da Igreja de Nossa Senhora das Dores e é levada para a Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia (Mercês de Cima). No sábado é a vez da Procissão do Depósito da imagem de Nosso Senhor dos Passos, que vai da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar para a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Por estar no período da Quaresma, as duas imagens saem para a procissão cobertas por tecidos.
No Domingo de Ramos, os católicos vão às igrejas levando ramos de plantas para serem abençoadas durante as missas da manhã. À tarde acontece a Procissão do Encontro. As imagens de Nossa Senhora das Dores e de Nosso Senhor dos Passos carregando a cruz saem em procissão. A Senhora das Dores sai da Igreja das Mercês de Cima e a do Senhor dos Passos sai da Matriz de Nossa Senhora da Conceição. As duas imagens se encontram na Praça Tiradentes, onde acontece o sermão de abertura da Semana Santa.
Na noite da Quarta-feira Santa acontece uma celebração de origem medieval, o Ofício das Trevas. A igreja fica às escuras: apenas um candelabro com velas ilumina o templo. Os fiéis rezam salmos, lamentações e fazem leituras da Bíblia. Ao final de cada salmo, uma vela é apagada. A celebração lembra a amargura de Cristo, descrita pelos profetas da Bíblia.
Na Quinta-feira Santa Ouro Preto celebra o Lava Pés, em frente à Igreja de São Francisco de Assis. Os apóstolos são representados por crianças da comunidade. O padre, após o sermão, lava os pés das crianças. A cerimônia representa a humildade de Jesus Cristo.
Na Sexta-feira da Paixão acontece uma das procissões mais belas da tradição ouropretana: a Procissão do Enterro. O adro da Igreja de São Francisco de Assis mostra a imagem de Cristo na cruz, cercado por soldados romanos. Após o sermão, a imagem do Senhor dos Passos é retirada da cruz e colocada no féretro. A procissão é composta pelas irmandades da cidade e por pessoas da comunidade representando figuras bíblicas, como Abraão, Isaac, Jacó e os profetas, dentre outros. O féretro com a imagem do Senhor Morto é acompanhado pelos soldados romanos. Atrás vem a imagem de Nossa Senhora das Dores e a banda, que toca músicas fúnebres. Neste dia, não há missas e toque de sinos.
O Sábado de Aleluia marca o início do ano litúrgico católico, com a bênção do fogo novo e da água batismal. Também é o dia da confecção dos tapetes de serragem. O trabalho, que surgiu em Ouro Preto em 1733, é marcado pela religiosidade e pelo espírito comunitário. Os tapetes são confeccionados nas ruas por onde passa a Procissão da Ressurreição e contam com a participação de moradores e turistas. O trabalho vara a madrugada, e é a solidariedade dos moradores do trajeto que impulsiona o trabalho. Músicos ouro-pretanos percorrem o caminho animando os artesãos.
O Domingo de Páscoa começa com a missa no Santuário de Nossa Senhora da Conceição, em celebração à Ressurreição de Jesus. Após a missa, a Procissão do Santíssimo Sacramento é formada e percorre o caminho dos tapetes de serragem. É uma procissão festiva, que termina na Igreja de Nossa Senhora do Rosário. As casas da cidade mostram a alegria da data com as toalhas coloridas que pendem das janelas e sacadas.

Fonte: Internet.