O projeto lembra bastante o Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Assim como seu similar fluminense, o auditório italiano está à beira da costa, frente ao mar.
O auditório, em formato de uma enorme concha acústica, tem as fachadas frontal e lateral espelhadas, que duplicam o efeito visual da paisagem cinematográfica.
Internamente, as paredes e os tetos foram cobertos de placas onduladas de acrílico. Esse material, aliado ao formato côncavo do salão, garante uma reverberação sonora perfeita. O piso é de parquet (pedaços de madeira de tamanhos variados).
As poltronas foram desenhadas pelo próprio Niemeyer e produzidas pela fábrica italiana Frau, uma empresa de design de grande projeção internacional.
As cadeiras são revestidas com uma tela especial em quatro tonalidades diferentes de azul, reproduzindo as cores do mar.
"Oscar Niemeyer se superou.
Foi além das nossas expectativas, como sempre.
O projeto foi realizado perfeitamente.
Ele é mais bonito do que todos nós imaginávamos que seria.
Falei com ele alguns dias atrás e o arquiteto está muito feliz com a inauguração", disse o sociólogo De Masi.
Fonte: Internet.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Auditório Oscar Niemeyer na Itália...
Com três dias de concertos musicais, um festival de cinema, shows de dança e uma exposição, foi inaugurada no dia 29/01/2010, na cidade de Ravello, na Itália, o Auditório Oscar Niemeyer.

A Cidade de Ravello, na Itália, ganhou finalmente um presente pelo qual espera há dez anos, o Auditório Oscar Niemeyer.
A obra passou uma década envolvida em polêmicas ambientais e legais até ser finalmente concluída.
Ela foi projetada toda em cimento armado pelo arquiteto brasileiro de 102 anos e pode ser vista de longe, debruçada sobre um precipício junto ao mar, num pequeno trecho da costa Amalfitana, no sul da Itália.
A construção custou 18,5 milhões de euros, ou RS$ 48 milhões, financiados pela União Europeia.
Obstáculos
Niemeyer começou a projetar o auditório em 2000, a pedido do amigo Domenico De Masi, sociólogo que preside a Fundação Ravello, que encomendou a obra.
O projeto demorou para sair do papel por causa de uma lei local que impede novas construções na cidade, de apenas 2,5 mil habitantes.
"A última grande construção em Ravello foi a Vila Rufolo, no século 11, que marcou a entrada da cidade no segundo milênio", disse De Masi à BBC Brasil.
Baseada nessa legislação, a organização Itália Nostra, voltada para a defesa do patrimônio cultural, histórico e ambiental do país, acionou a Justiça para impedir a construção do auditório.
Depois de oito ações judiciais obstruindo a obra, o auditório finalmente saiu do papel quando o governo da região de Campânia aprovou uma lei regional se sobrepondo às restrições locais de Ravello e liberando a construção.
"A construção do auditório foi um primeiro milagre diante da burocracia do país.
O segundo milagre foi deixar praticamente todas as pessoas a favor do projeto", diz De Masi.
Para o sociólogo, assim como a vila Rufolo marcou a entrada da cidade no segundo milênio, o auditório Niemeyer lança agora Ravello no terceiro.
Fonte: Internet.

A Cidade de Ravello, na Itália, ganhou finalmente um presente pelo qual espera há dez anos, o Auditório Oscar Niemeyer.
A obra passou uma década envolvida em polêmicas ambientais e legais até ser finalmente concluída.
Ela foi projetada toda em cimento armado pelo arquiteto brasileiro de 102 anos e pode ser vista de longe, debruçada sobre um precipício junto ao mar, num pequeno trecho da costa Amalfitana, no sul da Itália.
A construção custou 18,5 milhões de euros, ou RS$ 48 milhões, financiados pela União Europeia.
Obstáculos
Niemeyer começou a projetar o auditório em 2000, a pedido do amigo Domenico De Masi, sociólogo que preside a Fundação Ravello, que encomendou a obra.
O projeto demorou para sair do papel por causa de uma lei local que impede novas construções na cidade, de apenas 2,5 mil habitantes.
"A última grande construção em Ravello foi a Vila Rufolo, no século 11, que marcou a entrada da cidade no segundo milênio", disse De Masi à BBC Brasil.
Baseada nessa legislação, a organização Itália Nostra, voltada para a defesa do patrimônio cultural, histórico e ambiental do país, acionou a Justiça para impedir a construção do auditório.
Depois de oito ações judiciais obstruindo a obra, o auditório finalmente saiu do papel quando o governo da região de Campânia aprovou uma lei regional se sobrepondo às restrições locais de Ravello e liberando a construção.
"A construção do auditório foi um primeiro milagre diante da burocracia do país.
O segundo milagre foi deixar praticamente todas as pessoas a favor do projeto", diz De Masi.
Para o sociólogo, assim como a vila Rufolo marcou a entrada da cidade no segundo milênio, o auditório Niemeyer lança agora Ravello no terceiro.
Fonte: Internet.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O amor em movimento...
As palavras não são indiferentes: umas fazem-nos mal, irritam-nos, criam distância; outras, pelo contrário, vêm ao nosso encontro e adoçam-nos a alma.
Quem as domina e as sabe utilizar é afortunado porque adiantou muito na vida e evitará grandes desgostos.
E, mais importante ainda, será semeador de paz e de alegria.
(Miguel-Angel Martí García)
Quem as domina e as sabe utilizar é afortunado porque adiantou muito na vida e evitará grandes desgostos.
E, mais importante ainda, será semeador de paz e de alegria.
(Miguel-Angel Martí García)
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
História da Arquitetura - Arquitetura contemporânea...
A arquitetura praticada nas últimas décadas tem se caracterizado, de uma forma geral, como reação às propostas da arquitetura moderna: ora os arquitetos atuais relêem os valores modernos e propõem novas concepções estéticas (o que eventualmente se caracterizará como uma atitude dita "neomoderna"); ora eles propõem projetos de mundo radicalmente novos, procurando apresentar projetos que, eles próprios, sejam paradigmas antimodernistas, conscientemente desrespeitando os criticados dogmas do modernismo.
As primeiras reações negativas à acusada excessiva dogmatização que a arquitetura moderna propôs no início do século surgiram, de uma forma sistêmica e rigorosa, por volta da década de 1970, tendo em nomes como Aldo Rossi e Robert Venturi seus principais expoentes (embora teóricos como Jane Jacobs tenham promovido críticas intensas, porém isoladas, à visão de mundo do modernismo já nos anos 50, especialmente no campo do urbanismo).
A crítica antimodernista, que em um primeiro momento se restringiu à especulação de ordem teórico-acadêmica logo ganhou experiências práticas.
Estes primeiros projetos estão de uma forma geral ligados à idéia da revitalização do "referencial histórico", colocando explicitamente em cheque os valores anti-historicistas do modernismo.
Durante a década de 1980 a revisão do espaço moderno evoluiu para a sua total desconstrução, a partir de estudos influenciados (especialmente) por correntes filosóficas como o desconstrutivismo.
Apesar de altamente criticada, esta linha de pensamento estético também se manteve restrita aos estudos teóricos e, na década de 1990, seduziram o grande público e se tornaram sinônimo de uma "arquitetura de vanguarda".
Nomes como Rem Koolhaas, Peter Eisenman e Zaha Hadid estão ligados a este movimento. O arquiteto norte-americano Frank Gehry, apesar de ser apontado pela grande mídia como arquiteto desconstrutivo, tem sua obra criticada pelos próprios membros do movimento.
Fonte: Wikipédia.
As primeiras reações negativas à acusada excessiva dogmatização que a arquitetura moderna propôs no início do século surgiram, de uma forma sistêmica e rigorosa, por volta da década de 1970, tendo em nomes como Aldo Rossi e Robert Venturi seus principais expoentes (embora teóricos como Jane Jacobs tenham promovido críticas intensas, porém isoladas, à visão de mundo do modernismo já nos anos 50, especialmente no campo do urbanismo).
A crítica antimodernista, que em um primeiro momento se restringiu à especulação de ordem teórico-acadêmica logo ganhou experiências práticas.
Estes primeiros projetos estão de uma forma geral ligados à idéia da revitalização do "referencial histórico", colocando explicitamente em cheque os valores anti-historicistas do modernismo.
Durante a década de 1980 a revisão do espaço moderno evoluiu para a sua total desconstrução, a partir de estudos influenciados (especialmente) por correntes filosóficas como o desconstrutivismo.
Apesar de altamente criticada, esta linha de pensamento estético também se manteve restrita aos estudos teóricos e, na década de 1990, seduziram o grande público e se tornaram sinônimo de uma "arquitetura de vanguarda".
Nomes como Rem Koolhaas, Peter Eisenman e Zaha Hadid estão ligados a este movimento. O arquiteto norte-americano Frank Gehry, apesar de ser apontado pela grande mídia como arquiteto desconstrutivo, tem sua obra criticada pelos próprios membros do movimento.
Fonte: Wikipédia.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
O amor em movimento...
"Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje.
Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança".
Paulo Coelho
Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança".
Paulo Coelho
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
História da Arquitetura - Arquitetura do Século XX...
O Modernismo da Bauhaus

Logo nas primeiras décadas do século XX tornou-se muito clara uma distinção entre os arquitetos que estavam mais próximos das vanguardas artísticas em curso na Europa e aqueles que praticavam uma arquitetura ligada à tradição (em geral de características historicistas, típica do ecletismo).
Ainda que estas duas correntes estivessem, em um primeiro momento, cheias de nuances e meios-termos, com a atividade "revolucionária" proposta por determinados artistas, e principalmente com a atuação dos arquitetos ligados à fundação da Bauhaus na Alemanha, com a Vanguarda Russa na União Soviética e com o novo pensamento arquitetônico proposto por Frank Lloyd Wright nos EUA, a cisão entre elas fica bastante nítida e o debate arquitetônico se transforma, de fato, em um cenário povoado de partidos e movimentos caracterizados como tal.
A renovação estética proposta pelas vanguardas (especialmente pelo cubismo, pelo neoplasticismo, pelo construtivismo e pela abstração) no campo das artes plásticas abre o caminho para uma aceitação mais natural das propostas dos novos pensamentos arquitetônicos, baseados na crença em uma sociedade regulada pela indústria, na qual a máquina surge como um elemento absolutamente integrado à vida humana e no qual a natureza está não só dominada como também se propõem novas realidades diversas da natural.
De uma forma geral, as novas teorias que se discutem a respeito da arte e do papel do artista vêem na indústria (e na sociedade industrial como um todo) a manifestação máxima de todo o trabalho artístico: artificial, racional, preciso, enfim, moderno. A idéia de modernidade surge como um ideário ligado a uma nova sociedade, composta por indivíduos formados por um novo tipo de educação estética, gozando de novas relações sociais, na qual as desigualdades foram superadas pela neutralidade da razão.
Este conjunto de idéias vê na arquitetura a síntese de todas as artes, visto que é ela quem define e dá lugar aos acontecimentos da vida cotidiana.
Sendo assim, o campo da arquitetura abarca todo o ambiente habitável, desde os utensílios de uso doméstico até toda a cidade: para a arte moderna, não existe mais a questão artes aplicadas x artes maiores (todas elas estão integradas em um mesmo ambiente de vida).
A arquitetura moderna será, portanto, caracterizada por um forte discurso social e estético de renovação do ambiente de vida do homem contemporâneo.
Este ideário é formalizado com a fundação e evolução da escola alemã Bauhaus: dela saem os principais nomes desta arquitetura.
A busca de uma nova sociedade, naturalmente moderna, era entendida como universal: desta maneira, a arquitetura influenciada pela Bauhaus se caracterizou como um algo considerado internacional (daí a corrente de pensamento associada a ela ser chamada international style, título vindo de uma exposição promovida no MoMA de Nova Iorque).
Fonte: Internet.

Logo nas primeiras décadas do século XX tornou-se muito clara uma distinção entre os arquitetos que estavam mais próximos das vanguardas artísticas em curso na Europa e aqueles que praticavam uma arquitetura ligada à tradição (em geral de características historicistas, típica do ecletismo).
Ainda que estas duas correntes estivessem, em um primeiro momento, cheias de nuances e meios-termos, com a atividade "revolucionária" proposta por determinados artistas, e principalmente com a atuação dos arquitetos ligados à fundação da Bauhaus na Alemanha, com a Vanguarda Russa na União Soviética e com o novo pensamento arquitetônico proposto por Frank Lloyd Wright nos EUA, a cisão entre elas fica bastante nítida e o debate arquitetônico se transforma, de fato, em um cenário povoado de partidos e movimentos caracterizados como tal.
A renovação estética proposta pelas vanguardas (especialmente pelo cubismo, pelo neoplasticismo, pelo construtivismo e pela abstração) no campo das artes plásticas abre o caminho para uma aceitação mais natural das propostas dos novos pensamentos arquitetônicos, baseados na crença em uma sociedade regulada pela indústria, na qual a máquina surge como um elemento absolutamente integrado à vida humana e no qual a natureza está não só dominada como também se propõem novas realidades diversas da natural.
De uma forma geral, as novas teorias que se discutem a respeito da arte e do papel do artista vêem na indústria (e na sociedade industrial como um todo) a manifestação máxima de todo o trabalho artístico: artificial, racional, preciso, enfim, moderno. A idéia de modernidade surge como um ideário ligado a uma nova sociedade, composta por indivíduos formados por um novo tipo de educação estética, gozando de novas relações sociais, na qual as desigualdades foram superadas pela neutralidade da razão.
Este conjunto de idéias vê na arquitetura a síntese de todas as artes, visto que é ela quem define e dá lugar aos acontecimentos da vida cotidiana.
Sendo assim, o campo da arquitetura abarca todo o ambiente habitável, desde os utensílios de uso doméstico até toda a cidade: para a arte moderna, não existe mais a questão artes aplicadas x artes maiores (todas elas estão integradas em um mesmo ambiente de vida).
A arquitetura moderna será, portanto, caracterizada por um forte discurso social e estético de renovação do ambiente de vida do homem contemporâneo.
Este ideário é formalizado com a fundação e evolução da escola alemã Bauhaus: dela saem os principais nomes desta arquitetura.
A busca de uma nova sociedade, naturalmente moderna, era entendida como universal: desta maneira, a arquitetura influenciada pela Bauhaus se caracterizou como um algo considerado internacional (daí a corrente de pensamento associada a ela ser chamada international style, título vindo de uma exposição promovida no MoMA de Nova Iorque).
Fonte: Internet.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Centro Cultural Aúthos Pagano...

Em maio de 1982, quando foi inaugurado o Centro Cultural e de Estudos Superiores Aúthos Pagano, a cidade de São Paulo recebeu mais uma opção de cultura e lazer. Durante esses 25 anos, ele ofereceu à população inúmeros eventos artísticos.
Para celebrar o 25° aniversário, o Centro Cultural realiza de 23 a 28 de outubro diversas atividades culturais como saraus, recitais, shows e palestras.
O Centro foi no passado a casa de Aúthos Pagano e de sua mulher Carmela Pagano, que doou a residência, após a morte do marido, ao governo do Estado de São Paulo, sob a guarda da Secretaria de Estado da Cultura.
O objetivo era criar naquele espaço um ambiente cultural.
O local recebeu o nome do professor, filósofo, economista, bacharel em Direito e autor de inúmeros livros e artigos Aúthos Gloi Ischiros Mateo Domingo Pagano, que nasceu em Montevidéu e veio muito jovem estudar no Brasil, país que adotou.
A esposa do intelectual cedeu também à Secretaria a biblioteca do marido com mais de 10 mil títulos de temas como direito, economia, matemática, física e astronomia. Segundo ela, a biblioteca era o local onde o professor passava a maior parte do tempo, estudando e escrevendo.
Em 1963, quando o casal comprou a casa, no bairro da Lapa, não sabia que ela fora projetada pelo renomado arquiteto modernista russo Gregori Warchavchik, que teve em seus escritórios jovens arquitetos como Oscar Niemeyer.
O imóvel foi considerado posteriormente de interesse arquitetônico da cidade e é preservado pela Lei Municipal 8759, de 7 de julho de 1978.
Atualmente, o Centro Cultural é administrado pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA).
Para a diretora do espaço, Suely da Costa Elias, as atividades culturais abrem um rico universo para os freqüentadores do Centro.
“Os nossos visitantes passam a ler peças de teatro e a se interessar pelos temas debatidos nos eventos”, acrescenta.
Cento Cultural Aúthos Pagano
Rua Tomé de Souza, 997 - Alto da Lapa
São Paulo
Fonte: Internet.
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